Gosto de viver.
Considerado o estado actual do nosso Mundo não deixa de ser uma afirmação com um quê de greve geral de neurónios.
Mas gosto de viver.
Não aquele gosto convencional de que viver é melhor que a alternativa, mas sim um gosto envergonhado e oculto. Do género de um fã realmente fanático do jazz mais underground possível, que esconde num cofre a fechado sete chaves a discografia completa do Marco Paulo ou da Ágata. Enfim um daqueles gostos perfeitamente inconfessáveis e por isso mesmo ainda mais gostosos.
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